Lembro com saudades de tudo que passamos por lá, a começar pela rua exótica do hotel onde ficamos hospedadas, a rue de La Huchette, tinha de tudo por lá, restaurantes gregos que ficavam quebrando pratos quando as pessoas passavam na rua, sem contar no garçom de um desses restaurantes que se apaixonou por Gabi, um bar onde os garçons atendiam de sunga ( como esquecer a cena do Tio Claudio entrando naquele bar?), uma infinidade de lojinhas de souvenir, sorveterias, a padaria que ficava em frente ao hotel que eu sempre pedia a mesma coisa que eu tinha aprendido a falar: chocolat chaud et pain au chocolat, no dia que eu resolvi mudar o pedido pra chocolat chaud aromatizé e a atendente me fez uma pergunta de volta, eu desisti e continuei no meu pedido de sempre, enfim, era uma rua peculiar, com direito a um mendigo "roubando" as moedas que tínhamos deixado à mesa que eram a gorjeta do garçom.
Olha a ruazinha aqui...
Como esquecer da odisséia que foi conseguir um táxi pra irmos ver o Cirque du Soleil que era lá onde o vento faz a curva? A única coisa que conseguimos entender do taxista foi quando ele disse "merde!" por não estar encontrando a entrada do circo...rs
Inesquecível também foi uma chuva torrencial que pegamos num lugar onde não tinha nenhum abrigo, nenhum táxi parava pq estávamos molhadas e ao encontrarmos um espaço numa porta que tinha uma cobertura mínima, apareceu um guarda e pediu gentilmente que saíssemos de lá... rs
Lembro também que só conseguia me situar se andasse à margem do rio, mas como o hotel ficava na ilha ( a Ile de la cité), eu vivia confundindo tudo e me perdendo.
Foi uma ótima viagem com poucos perrengues e que deixou boas lembranças.

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