Hoje é o último dia da jornada que começou no dia 09.06.11. Foram 82 dias de experiências novas, superações, encantos, desencantos e conquistas. Tanta coisa aconteceu que o tempo voou, parece que foi ontem que eu estava toda ansiosa por essa viagem, cheia de receios de não me adaptar e querer voltar antes do tempo.
É bem verdade que eu demorei bastante pra me adaptar aqui, eu já sabia que isso aconteceria, eu sou assim, demoro um pouco mais pra aceitar as mudanças e superar as inseguranças. Agora que está tudo superado, dá uma pena de voltar, a saudade é grande de tudo e de todos, mas seria bom pra mim ficar mais uns 3 meses aqui e voltar quando eu realmente estivesse esgotada.
A contagem regressiva começou na semana passada, na sexta-feira, último dia de aula, presenteei a professora com um cd de Gilberto Gil e ela se emocionou, foi a deixa pra eu sair da Aliança Francesa chorando e assim começar a chorar toda vez que eu lembrava da hora de ir embora.
Além de todos os aspectos que mencionei para continuar um pouco mais aqui, tem o fato de Ramon não voltar comigo, ele continuará aqui pra terminar seus estudos em gastronomia. Após 4 anos de convivência será a primeira vez que ficaremos longe por muito tempo, a sensação é de que faltará um pedaço...
Mas, "c'est la vie" e nem sempre ela é rosa, às vezes passa por períodos azuis, o importante é tudo dar certo no final.
Vou parando por aqui, até porque esse post já está meio "piegas"... rs
P.S. Passei dias maravilhosos na região da Provence e Cotê D'azur, só quando voltar conseguirei escrever algo sobre esses dias, agora não dá tempo, minhas malas não querem fechar e eu ainda preciso dormir :)
Espaço criado para diminuir a distância entre amigos e família no período em que ficarei estudando em Paris. Espero ter muita história boa para contar.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Château de Vincennes
O Château de Vincennes fica na periferia de Paris e é muito fácil de ir. Basta pegar a linha 1 do metrô e seguir na direção Château de Vincennes e descer na estação de mesmo nome, a última por sinal.
É um castelo fortaleza e segundo minhas pesquisas um dos mais bem conservados da França. Ele não é majestoso como o de Versailles, Loire e tantos outros chateaux da França. Mas, fica tão pertinho e com um aceso tão fácil que não custa nada ir até lá.
Só não recomendo pagar pra entrar no castelo, não tem nada muito interessante lá dentro, o que mais me achamou a atenção é que o castelo serviu de prisão durante alguns anos e dentre alguns prisioneiros famosos estava Diderot.
O castelo tinha 9 torres, mas hoje tem apenas uma, talvez ele fosse mais bonito em sua forma original. Lá também tem uma igreja que se chama Sainte Chapelle de Vincennes.
É um castelo fortaleza e segundo minhas pesquisas um dos mais bem conservados da França. Ele não é majestoso como o de Versailles, Loire e tantos outros chateaux da França. Mas, fica tão pertinho e com um aceso tão fácil que não custa nada ir até lá.
Só não recomendo pagar pra entrar no castelo, não tem nada muito interessante lá dentro, o que mais me achamou a atenção é que o castelo serviu de prisão durante alguns anos e dentre alguns prisioneiros famosos estava Diderot.
O castelo tinha 9 torres, mas hoje tem apenas uma, talvez ele fosse mais bonito em sua forma original. Lá também tem uma igreja que se chama Sainte Chapelle de Vincennes.
Musée de l'orangerie
Lembram de uma cena do filme Minuit à Paris onde o marido pedante da amiga da noiva do personagem principal (não lembro mais o nome das personagens, deu pra perceber...rs) está explicando um quadro enorme do Monet?
Bem, ele está explicando as Nympheas de Monet que ficam no museu de l'orangerie onde estão expostos também quadros de Renoir, Matisse, Picasso, Cezann, dentre outros.
Monet passou 12 anos da sua vida pintando esses painéis, ao todo são 8, que têm como inspiração o seu jardim de "água" da sua casa em Giverny, a qual eu visitei. Eles estão expostos em duas salas que têm fundo musical pra dar a impressão de que vc está no jardim.
O museu é pequeno, mas possui quadros muito interessantes dos pintores que mencionei no início e pude conhecer outros que eu não conhecia, como exemplo, o André Derain. Gostei bastante do seu quadro que se chama Arlequin et Pierrot.
E vi quadros dos pintores que já admiro há bastante tempo.
Bem, ele está explicando as Nympheas de Monet que ficam no museu de l'orangerie onde estão expostos também quadros de Renoir, Matisse, Picasso, Cezann, dentre outros.
Monet passou 12 anos da sua vida pintando esses painéis, ao todo são 8, que têm como inspiração o seu jardim de "água" da sua casa em Giverny, a qual eu visitei. Eles estão expostos em duas salas que têm fundo musical pra dar a impressão de que vc está no jardim.
O museu é pequeno, mas possui quadros muito interessantes dos pintores que mencionei no início e pude conhecer outros que eu não conhecia, como exemplo, o André Derain. Gostei bastante do seu quadro que se chama Arlequin et Pierrot.
E vi quadros dos pintores que já admiro há bastante tempo.
| Renoir |
| Picasso |
| Cezanne |
domingo, 21 de agosto de 2011
Giverny - Casa e Jardins de Monet - Parte 2
Visitar a casa e o jardim de Monet é comer a cereja do bolo de Giverny. Uma cidadezinhas bem pequena que praticamente só tem uma rua e só deve receber visitantes no período em que os jardins estão abertos pra visitação, de maio a outubro.
A casa era enorme e com a vista para o jardim. Descobri que Monet era aficcionado por pintores japoneses, tinha quadros espalhados por toda casa, principalmente na sala que era rodeada deles. A cozinha era enorme, pra quem não sabe Monet também era amante da culinária. Não podia tirar fotos do interior da casa, acho isso um saco, então não tenho como mostrá-la a vocês. Só tenho fotos da fachada.
Agora os jardins, o que fica em frente à casa é repleto de flores e pés de frutas como laranjeiras, macieiras, pereiras e outras frutinhas que eu não identifiquei. Do outro lado da rua fica o jardim "de água" que é a parte principal e de onde ele se inspirou pra maioria dos quadros, dentre eles as Nympheas.
Pra aproveitar bem o passeio você precisa conhecer e gostar de Monet pra poder identificar em cada canto do jardim um quadro e se sentir dentro dele.
A casa era enorme e com a vista para o jardim. Descobri que Monet era aficcionado por pintores japoneses, tinha quadros espalhados por toda casa, principalmente na sala que era rodeada deles. A cozinha era enorme, pra quem não sabe Monet também era amante da culinária. Não podia tirar fotos do interior da casa, acho isso um saco, então não tenho como mostrá-la a vocês. Só tenho fotos da fachada.
Agora os jardins, o que fica em frente à casa é repleto de flores e pés de frutas como laranjeiras, macieiras, pereiras e outras frutinhas que eu não identifiquei. Do outro lado da rua fica o jardim "de água" que é a parte principal e de onde ele se inspirou pra maioria dos quadros, dentre eles as Nympheas.
Pra aproveitar bem o passeio você precisa conhecer e gostar de Monet pra poder identificar em cada canto do jardim um quadro e se sentir dentro dele.
| Tem um quadro que é exatamente assim |
Giverny - Museu do Impressionismo - Parte 1
Finalmente fez um dia lindo de sol, perfeito pra ir conhecer os Jardins de Monet em Giverny. O problema foi que eu e todos os turistas que estavam em Paris decidiram fazer a mesma coisa.
Giverny fica a 88 km de Paris, então vc pode ir de carro, excursão em van ou de trem até Vernon e de lá pegar um ônibus até Giverny, somente 7 km de distância. Fomos de trem, mais barato e mais rápido também. O trem foi lotado, chegando à Vernon, um caos pra se pegar um ônibus, tudo muito desorganizado e chineses em bandos e mal educados furando fila, por conta desses chineses, não conseguimos ir no primeiro ônibus e fomos no segundo, perdemos 40 minutos nessa brincadeira. A volta conseguiu ser pior, Ramon descreveu bem, parecia ponto de ônibus em volta de praia, um salve-se quem puder e no trem de volta tinha mais gente que a quantidade de assentos, então muita gente ficou em pé e outras sentadas no chão, eu e Ramon sentados na primeira classe e ficamos a viagem inteira com medo de uma fiscalização.
Perrengues à parte, foi um bom passeio, só não sei se recomendaria o deslocamento de trem novamente num dia de pico.
Em Giverny, tem duas coisas que podemos visitar: o museu do impressionismo e a casa e jardins do Monet.
No museu do impressionismo estava tendo uma exposição de obras da coleção particular de um casal americano endinheirado. Tinha quadros de Monet, Renoir e Degas. Uma pena que não podia tirar foto.
Como amante do impressionismo, a visita ao museu valeu a pena.
Giverny fica a 88 km de Paris, então vc pode ir de carro, excursão em van ou de trem até Vernon e de lá pegar um ônibus até Giverny, somente 7 km de distância. Fomos de trem, mais barato e mais rápido também. O trem foi lotado, chegando à Vernon, um caos pra se pegar um ônibus, tudo muito desorganizado e chineses em bandos e mal educados furando fila, por conta desses chineses, não conseguimos ir no primeiro ônibus e fomos no segundo, perdemos 40 minutos nessa brincadeira. A volta conseguiu ser pior, Ramon descreveu bem, parecia ponto de ônibus em volta de praia, um salve-se quem puder e no trem de volta tinha mais gente que a quantidade de assentos, então muita gente ficou em pé e outras sentadas no chão, eu e Ramon sentados na primeira classe e ficamos a viagem inteira com medo de uma fiscalização.
Perrengues à parte, foi um bom passeio, só não sei se recomendaria o deslocamento de trem novamente num dia de pico.
Em Giverny, tem duas coisas que podemos visitar: o museu do impressionismo e a casa e jardins do Monet.
No museu do impressionismo estava tendo uma exposição de obras da coleção particular de um casal americano endinheirado. Tinha quadros de Monet, Renoir e Degas. Uma pena que não podia tirar foto.
Como amante do impressionismo, a visita ao museu valeu a pena.
Atividade extraclasse II
Durante o verão a Aliança Francesa promove rallys pelas ruas de Paris. Participei do de julho, fiz um post sobre ele aqui, e agora em agosto participei do segundo.
O objetivo é sempre procurar as respostas de um questionário nas ruas de Paris em um arrondissement específico, nesse percorremos o 14. Aquele onde fica a torre horrorosa de Montparnasse que só serve pra se ter uma boa visão da Torre Eiffel.
Infelizmente, o 14 arrondissement não tinha tanta coisa interessante assim, tinha uns cafés famosos frequentados por Hemingway e seus parceiros, uma rua com teatros de influência italiana e entramos no cemitério de Montparnasse. Esse último eu não estava muito a fim de ir, não curto muito "passeios" a cemitérios, aliás não gosto de nada que me faça lembrar a morte, sei que um dia ela chega pra todo mundo mas não quero ficar me lembrando disso.
Bem, seguem umas fotinhas da turma em plena ação!
O objetivo é sempre procurar as respostas de um questionário nas ruas de Paris em um arrondissement específico, nesse percorremos o 14. Aquele onde fica a torre horrorosa de Montparnasse que só serve pra se ter uma boa visão da Torre Eiffel.
Infelizmente, o 14 arrondissement não tinha tanta coisa interessante assim, tinha uns cafés famosos frequentados por Hemingway e seus parceiros, uma rua com teatros de influência italiana e entramos no cemitério de Montparnasse. Esse último eu não estava muito a fim de ir, não curto muito "passeios" a cemitérios, aliás não gosto de nada que me faça lembrar a morte, sei que um dia ela chega pra todo mundo mas não quero ficar me lembrando disso.
Bem, seguem umas fotinhas da turma em plena ação!
| Num restaurante que leva o nome de um personagem do filme de Orson Welles |
| Se fingindo de mortos em frente à casa onde morreu Sainte Bevue ou pagando mico na rua |
| Passagem do Inferno, um nome de rua pouco agradável |
| Túmulo de Sartre e Simone de Beauvoir |
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Igreja Saint Germain des Près - Exposição Fra Angelico
Saindo decepcionada do museu Delacroix, decidi entrar na Igreja Saint Germain des Près pra espairecer um pouco.
A igreja é bonitinha e é como todas as outras, tem uns arcos, vitrais, um órgão.... A surpresa é que estava tendo uma exposição gratuita de 33 painéis do pintor italiano Fra Angelico que contavam a história da vida de Jesus Cristo. Bem interessante e abaixo de cada painel tinha trechos da Biblia em latim.
A igreja é bonitinha e é como todas as outras, tem uns arcos, vitrais, um órgão.... A surpresa é que estava tendo uma exposição gratuita de 33 painéis do pintor italiano Fra Angelico que contavam a história da vida de Jesus Cristo. Bem interessante e abaixo de cada painel tinha trechos da Biblia em latim.
Museu Eugène Delacroix ou Museu Enganação Delacroix
Pensem num museu que é uma enganação total? Esse é o museu Eugène Delacroix que fica em Saint German des Près e foi a última residência do artista.
Eu sei que as obras mais importantes do Delacroix estão no museu do Louvre, mas eu imaginei que tivessem também outros quadros não tão conhecidos, porém não tão menos importantes como a exemplo das obras do Dali que eu vi no espaço que leva o nome do artista.
O "museu" se resumia a 3 pequenas salas com alguns móveis e quadros, a maioria autoretrato ou de algum familiar. Percorri as 3 salas, fui e voltei umas 3 vezes procurando alguma porta que desse acesso a outros lugares, quando não a encontrei perguntei a uma funcionária do museu se era só aquilo e ela me respondeu que sim.
Que dececpção, até pq o museu não era gratuito e deixei de gastar meus ricos 5 euros com outras coisas mais interessantes.
Eu sei que as obras mais importantes do Delacroix estão no museu do Louvre, mas eu imaginei que tivessem também outros quadros não tão conhecidos, porém não tão menos importantes como a exemplo das obras do Dali que eu vi no espaço que leva o nome do artista.
O "museu" se resumia a 3 pequenas salas com alguns móveis e quadros, a maioria autoretrato ou de algum familiar. Percorri as 3 salas, fui e voltei umas 3 vezes procurando alguma porta que desse acesso a outros lugares, quando não a encontrei perguntei a uma funcionária do museu se era só aquilo e ela me respondeu que sim.
Que dececpção, até pq o museu não era gratuito e deixei de gastar meus ricos 5 euros com outras coisas mais interessantes.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Andando sem direção
Após visistar o Museu de Arte Moderna e ter descoberto o Museu da Moda e da Costura, resolvi explorar as redondenzas, o dia estava lindo e eu não queria voltar pra casa, apesar de já estar cansada.
Vi ao longe algo que se parecia com um Igreja e tinha uma cor ver e dourada, resolvi ir até lá pra saber o que era. Chegando lá descobri que se tratava de uma Igreja Americana.
Em busca do buzu encontrei esse lindo jardim.
Encontrei também um lugar chamado Palácio da Descoberta, mas eu estava tão cansada que não tive forças pra subir as escadas e ver do que se tratava. Chegando em casa, pesquisei e vi que se trata de um museu de ciências, o que explica a grande quantidade de crianças que vi em frente dele..rs
Bom, o tema não me interessa tanto, ainda bem que não gastei minhs poucas forças subindo as escadas. Pelo menos vi a fachada que é bem interessante.
Vi ao longe algo que se parecia com um Igreja e tinha uma cor ver e dourada, resolvi ir até lá pra saber o que era. Chegando lá descobri que se tratava de uma Igreja Americana.
De lá, decidi ir ao Museu do Rodin só pra ficar sentada um pouco no jardim que tem lá, sabia que o museu ficava perto dos Invalides, avistei-o do outro lado do rio e fui em sua direção, não era tão perto como minha visão tinha imaginado, andei bastante e quando cheguei lá vi que tinha me confundido, o que eu tinha visto era o Grand Palais e não os Invalides, os Invalides estava do outro lado do rio, olhei de novo pra ponte que eu tinha acabado de atravessar e pensei "nem morta!" ...rs
Bateu um cansaço nessa hora e fui andando sem direção em busca de um ponto de ônibus, agora eu só pego ônibus, nem sempre tem um que passe aqui na porta de casa, às vezes tenho que pegar 2 ou andar uns 15 minutos, cansei do metrô, só pego quando estou com pressa, geralmente de manhã pra ir ao curso que eu sempre saio em cima da hora.
Encontrei também um lugar chamado Palácio da Descoberta, mas eu estava tão cansada que não tive forças pra subir as escadas e ver do que se tratava. Chegando em casa, pesquisei e vi que se trata de um museu de ciências, o que explica a grande quantidade de crianças que vi em frente dele..rs
Bom, o tema não me interessa tanto, ainda bem que não gastei minhs poucas forças subindo as escadas. Pelo menos vi a fachada que é bem interessante.
Museu da moda e da costura
É bem verdade que em Paris tem museu de tudo quanto é tema.
Em frente ao Museu de Arte Moderna fica o Museu da Moda e da Costura, eu nunca tinha ouvido falar dele.
O museu também se chama Palácio Galliera pois foi a "humilde" residência da Duquesa Galliera, não me perguntem quem era ela porque eu estou com preguiça de pesquisar (rs), provavelmente alguém com muito dinheiro e que gostava de moda.
O museu estava fechado para obras, mas isso não tem muita importância, só gosto de ver roupa se eu for comprar (rs) ter visto a fachada e o jardim já valeu.
Olha só que linda construção:
Em frente ao Museu de Arte Moderna fica o Museu da Moda e da Costura, eu nunca tinha ouvido falar dele.
O museu também se chama Palácio Galliera pois foi a "humilde" residência da Duquesa Galliera, não me perguntem quem era ela porque eu estou com preguiça de pesquisar (rs), provavelmente alguém com muito dinheiro e que gostava de moda.
O museu estava fechado para obras, mas isso não tem muita importância, só gosto de ver roupa se eu for comprar (rs) ter visto a fachada e o jardim já valeu.
Olha só que linda construção:
Museu de Arte Moderna
Continuo priorizando visitar museus não muito badalados em Paris.
Visitei o Museu de Arte Moderna, assim que entrei tive a sensação de estar no MAM de São Paulo, era muito parecido.
A fachada era simples, nada imponente como a maioria dos museus daqui, mas ao lado tinha o café do museu com vista pra torre Eiffel e pro rio Sena, logo, nao precisava de mais nada.
No museu tinha quadros de Picasso, Matisse, Chagall, dentre outros não tão conhecidos. Móveis da década de 30, esculturas, fotografias... Uma visita rica e interessante.
Um quadro de um pintor que eu não conhecia até então, me chamou atenção pois me fez lembrar aquelas figuras coloridas de cangaceiros, o nome do pintor é Victor Brauner.
Tinha mais uns 4 quadros dele, todos igualmente interessantes.
Por fim, visitei uma sala que tinha um painel que representava a história da eletricidade, demonstrando sua aplicação e seus inventores pintado por Raoul Dufy em 1937.
Visitei o Museu de Arte Moderna, assim que entrei tive a sensação de estar no MAM de São Paulo, era muito parecido.
A fachada era simples, nada imponente como a maioria dos museus daqui, mas ao lado tinha o café do museu com vista pra torre Eiffel e pro rio Sena, logo, nao precisava de mais nada.
No museu tinha quadros de Picasso, Matisse, Chagall, dentre outros não tão conhecidos. Móveis da década de 30, esculturas, fotografias... Uma visita rica e interessante.
| Um quadro nada cubista do Pablo Picasso |
Um quadro de um pintor que eu não conhecia até então, me chamou atenção pois me fez lembrar aquelas figuras coloridas de cangaceiros, o nome do pintor é Victor Brauner.
Tinha mais uns 4 quadros dele, todos igualmente interessantes.
Por fim, visitei uma sala que tinha um painel que representava a história da eletricidade, demonstrando sua aplicação e seus inventores pintado por Raoul Dufy em 1937.
Resumindo: museu bom, bonito e de graça. Andando um pouco pela rua não poderia deixar de tirar mais uma foto da torre.
Assinar:
Postagens (Atom)